...enquanto isso, o jornalista Gutman Uchoa de Mendonça, do alto de suas 6 décadas como integrante de A Gazeta (ele é acionista da empresa, inclusive), esbanja disposição e não faz cara de tempo nublado, sujeito a chuvas, trovoadas, ventanias e ressaca - ressaca do mar, não ressaca de canas diversas, diga-se.
Encontramo-nos ao término da solenidade da lançamento do livro sobre o exgovernador Carlos Lindenbergh, que, aliás, Gutman conheceu de perto e de muitos anos de convivência e trabalho.
Está bem disposto, "trabalhando muito, como sempre" e reconhecendo profissionais contemporâneos, iniciando, na verdade, quando Gutman já era uma celebridade do jornalismo na antiga sede da Capitania do Espírito Santo.
Não deixe de conferir no BDO:
Pelos coquetéis da vida
"Mais alto é o coqueiro,
maior é o tombo do coco..."
Foi ele ?
ResponderExcluir...você se refere ao jornalista que me tratou quinemqui um desconhecido?
ResponderExcluirFoi não. Ao contrário, o Gutman me tratou efusivamente e sempre me homenageia como o cara que fez o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Espírito Santo.
Na verda, o Sindicato saiu porque ele viu as dificuldades que eu enfrentava - parte de uma esquerdinha raivosa não queria que o sindicato saisse comigo - e fez o Sindicato. Colocou o também colega Paulo Rogério - acho que Paulo Rogério de Castro - para operar todo o processo.
E o sindicato saiu. Não fossem o Gutman e o Paulo Rogério, o sindicato teria tardado bragarai porque a turma que não queria, também não gostava de trabalhar, gostava de fazer supostas revoluções nos butecos da vida.