postado por oswaldo oleari,
BDO/Clube da Boa Música
Fui ao lançamento do livro do saudoso jornalista e escritor Amylton de Almeida sobre o ex-governador Carlos Fernando Monteiro Lindenbergh no Anchieta Palace na quarta à noite.
Dr. Carlos é uma das figuras mais expressivas da vida política e administrativa do Espírito do Espírito Santo no século passado.
Muito bom rever o jovem colega Alex Pandini, que conheci primeiro como compositor e fundador da banda de rock Lordose Pra Leão. Depois, tornou-se um profissional competente e faz um bom trabalho. Afinal, descobri ainda que Pandini é conterrâneo, nascido em São Zenon, na roça, mas próximo à Vila Lenira, que já fica "na rua", como dizemos nós, os do interior de Colatina, minha terra.
Muito bom rever também o jornalista e escritor Caê Guimarães, um cara sempre muito afável e carinhoso com as pessoas.
Mas tive uma grande desilusão naquele coquetel: ao falar com um colega jornalista, com quem tivemos ligações familiares profundas durante muitos anos, ele simplesmente me tratou como a um total desconhecido.
Que mistérios leva um sujeito das mesmas vivências a tratar outro como um Zé Ninguém? O poder, pequeno e fugaz?
Acabei por agradecer muitíssimo, dizendo-lhe: "obrigado por sua atenção".
Tem neguim pelaí - tem mulatim, pardim e branquelim também - que não está se aguentando em pé, mas não desce do salto Luis Quinze.
Para estes, lembremos "A Banca do Distinto", do doutor Bily Blanco, na próxima postagem.
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