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30 de novembro de 2010

Blues dusbão com Big Bat dia 4 no Jazz Café

postado por oswaldo oleari,
BDO/clube da boa música

enviado por sandro costa,
baixista da Big Bat Blues Band

Tributo a Frejat no Bar do Pantera dia 11

postado por gilson soares,
prisidenti do clube do vinil



Noitada no reduto do "udigrudi 2010" promete ser das mais quentes do ano.

"Ele não pesa, ele é meu irmão"

postado por ivan reis,
compositor, colecionador

- "Leia o texto abaixo antes de ver o vídeo e a letra da música, que é linda! A história conta que certa noite com uma forte nevasca, na sede de uma entidade um padre plantonista ouviu alguém bater na porta.

Ao abrí-la ele se deparou com um menino coberto de neve, com poucas roupas, trazendo em suas costas um outro menino mais novo. A fome estampada no rosto, o frio e a miséria dos dois comoveram o padre. O sacerdote mandou-os entrar e exclamou:

- Ele deve ser muito pesado.

Ao que o que carregava outro disse:

- Ele não pesa, ele é meu irmão (He ain't heavy, he is my brother)

Não eram irmãos de sangue realmente. Eram irmãos da rua.

O autor da música soube do caso, se inspirou para compô-la, e da frase fez o refrão.

tempotempo


Belo Horizonte - MG
20ºC 31ºC
Vitória - ES
22ºC 32ºC
Rio de Janeiro - RJ
20ºC 35ºC
São Paulo - SP
19ºC 29ºC

Nesta terça-feira, uma frente fria avança rapidamente para o Sudeste deixando o tempo chuvoso com queda de temperatura no sul paulista.
No decorrer do dia, à medida que a frente fria avança, o tempo fecha e chove também nas demais áreas paulistas, inclusive na capital.
Nas demais áreas do Sudeste, sol brilha forte, nuvens se formam e acontecem pancadas de chuva a partir da tarde.
Apenas no norte do Rio, sul capixaba e Vale do Rio Doce, em Minas, é que não há expectativa de chuva.

29 de novembro de 2010

Crônica: Na Onda das Rádios
- por Rogério Coimbra.





Sugiro que os menores de 60 não leiam esse texto para evitar que eu me embarace. Os nascidos entre os anos 1930 e 1950, um pouquinho para cima, um pouquinho para baixo, viveram intensamente o rádio. Em nossos lares só havia ele como mídia instantânea e o único vínculo com o mundo.

A Rádio Nacional, a Rede Globo de então, marcou minha pré adolescência com nomes como o de César de Alencar, César Ladeira, Manuel Barcelos, Paulo Gracindo, Brandão Filho (Balança Mas Não Cai) Heron Domingues (Repórter Esso) Helena Sangirardi (Culinária), Álvaro Aguiar (O Anjo, seguido de Jerônimo, o Herói do Sertão) e o empolgante Jorge Cury narrando futebol.

Em Vitória, já na adolescência, bom era ouvir Eleisson de Almeida, Esdras Leonor, Jairo Maia e Oswaldo Oleari, e as programações de Edir Costa, Jair Batista e Pedro Vidigal. Depois vieram as FMs e a Cariacica saiu na frente com relativa qualidade e em seguida a Tribuna, bem superior à de hoje e finalmente a confusa Universitária. Essa atualmente conseguiu formar uma grade mais sólida e estável e vem a ser a única opção para se buscar programas de qualidade diariamente e, se ela existe no rádio o que interessa é a surpresa, com qualidade.

De segunda à sexta fico tranquilo quanto aos seguintes programas: o autêntico caipira de Fenando Palhares rompendo o dia, às 6 da manhã, o excelente Terra Brasilis com agradáveis surpresas da nossa música popular, às 8h, o Espírito Capixaba e o compromisso de Rogério Borges com a música do Espírito Santo, às 14h,e, o Rota 104, com memoráveis passagens do rock, às 18h.

Nas noites de segunda o Clube da Boa Música, de João Paulo e Oswaldo Oleare e o Som do Jazz, de Marien Calixte. As manhãs de sábado são irretocáveis, desde 6 horas, passando por César Gonçalves até Mr. James. Domingo é o Brasil com o mestre Tarcísio Faustini. Minha outra opção é a noticiosa CBN. Isso para quem ainda ouve rádio, mesmo acima dos 60, porque hoje rádio é sinônimo de internet. Agora é que são elas.

Como curioso e ávido ouvinte, peço vênia aos congênitos da internet para listar alguns endereços na web de minha preferência. São milhões e milhões deles e ninguém está disponível o tempo todo para tais; prefiro eleger um por dia e deixá-lo como fundo de todas as minhas atividades domésticas, pausando-os quando necessário. Há sempre uma agradabilíssima surpresa.

Também gosto de voltar para casa, abrir a porta e ser recebido por uma surpresa sonora. Humildemente revelo meu cardápio e, quem quiser me sugira outros. São eles:

//pt.delicast.com/radio/jazz/ ou //pl.delicast.com/rádio/jazz (São quase 600 canais)

www.wbgo.org (muito jazz)

www.sky.fm/ (bilhões de canais)

Como não posso perder tempo elegi três para eu bem poder aproveitar, principalmente porque eles dão os créditos e alguns exibem as capas das edições.

Radio_Swiss_Jazz (355) /www.radioswissjazz.ch/em (um leque de músicos originais e de europeus com direito à uma deliciosa locução)

www.wguc.org/ (clássicos clássicos, e os poucos conhecidos, com as referências)

http://radioio.com/genres/Classical-Jazz( boa variedade de jazz, swing, vocais, modernos, standards, etc. Como bônus, clássicos.)

Confesso: é muita coisa.

Enfim concluo que para muitos de minha geração, animais são os melhores amigos do homem, a mulher, o seu eterno desejo, e o rádio, a sua melhor companhia.

Rogério Coimbra é economista e produtor cultural. Escreve semanalmente no Blogui Don Oleari.

Ville Du Vin facha domingo,
mas abre cedo nas segundas


O somelier Boris Acevedo (foto), da Ville Du Vin, informa que em virtude das festas/férias escolares nos meses de Dezembro, Janeiro e Fevereiro, Ville Du Vin não abrirá aos domingos.

-"Wm compensação abriremos às segundas-feiras a partir das 16 horas", completa Acevedo.

Boris Acevedo V.
55-27-9896-2543
Aleixo Neto 1702
Praia do Canto, Vitoria-ES/Brasil
www.villeduvin.com.br

O Globo tá dando:
Anac proíbe venda de bilhetes da TAM

29 de novembro de 2010

Anac proíbe venda de bilhetes da TAM

Emissão de novas passagens está suspensa até dia 3 de dezembro. Em São Paulo, passageiros aguardam embarque desde domingo

* »Leitora relata atrasos no Santos Dumont

Censo: somos quase 191 milhões de habitantes

População cresceu 12,3% em 10 anos
Confira os números finais do IBGE

No Alemão, mais armas e drogas

Operação pente-fino da polícia faz novas apreensões e prisões, mas moradores já retomaram a rotina

Homem é preso por tentar incendiar carros na Linha Vermelha

Operários do PAC podem ter sido obrigados a ajudar bandidos a fugir
Eles teriam feito galerias para a fuga

Leia mais em O Globo:
http://oglobo.globo.com/economia/mat/2010/11/29/apos-atrasos-cancelamentos-anac-suspende-venda-de-bilhetes-da-tam-923135585.asp

Jazz segundo Marcelo Coelho
- por Rogério Coimbra



Nota do Oleari - o produtor cultural Rogério Coimbra, cronista semanal do Blogui Don Oleari, transformou nosso encontro no programa Clube da Boa Música num texto-entrevista, que publicou no sítio Clube de Jazz.

Jazz segundo Marcelo Coelho

Entrevistas

Segundo o amigo e jornalista Rogério Coimbra, a entrevista foi resultado de "um papo gostoso com Marcelo Coelho, ocasião em que ficamos duas horas no programa Clube da Boa Música, de Oswaldo Oleari, na Universitária FM" - www.universitariafm.com.br -

Marcelo é hoje em dia um dos nomes mais importantes da vanguarda jazzística brasileira.

Foto: Rogério Coimbra, Marcelo Coelho e Oswaldo Oleari.

03/11/2010 - Rogério Coimbra

Rogério Coimbra - Que músicos Marcelo Coelho ouviu pela primeira vez para levá-lo à música instrumental experimental, então chamada de jazz? Qual foi seu primeiro disco preferido? Qual seu primeiro ídolo? Como escolheu ser o sax o seu instrumento? Quem foi seu primeiro professor? Há influências musicais na família de Marcelo Coelho?
Marcelo Coelho - Fui levado à musica instrumental pelas big bands. O meu primeiro disco preferido foi o "My Song" do Keith Jarret e Jan Garbarek. O meu primeiro ídolo foi o Michael Brecker. O sax foi amor a primeira vista, embora tenha começado na clarineta. O meu primeiro professor foi o Célio Costa, professor da antiga ETFES, porém o Maestro Antônio Paulo foi a minha primeira influência enquanto educador e saxofonista. Não nenhuma influência musical vindo da família Coelho, a não ser o fato de que o meu avô tocava um pouco de acordeom de oito baixos, mas eu nunca o ouvi tocar.

RC – No que se refere aos grandes mestres do saxofone jazzístico, Wayne Shorter levou para si a herança do Coltrane. Correspondeu? Antes de Coltrane, Lester Young ou Coleman Hawkins? Quem foi da harmonia, ou da melodia? Qual o papel de Charlie Parker? Quem hoje seria o herdeiro, ou, quem são os herdeiros de Young, Hawkins, Parker e Coltrane?
MC - O Wayne Shorter foi muito influenciado pelo Coltrane, tanto musicalmente quanto filosófico e espiritualmente. Contudo, Shorter encontrou a sua voz e contribuiu para o desenvolvimento do jazz, principalmente através das suas composições que exploram a sonoridade dos acordes modais. Como improvisador, diferentemente do Coltrane, Shorter não usa padrões ou sistemas; os seus solos são imprevisíveis e porisso a dificuldade em encontrar seguidores (o saxofonista Chris Cheek é o que mais se aproxima). É provavelmente o jazzista mais importante ainda em atividade.

Lester Young influenciou as gerações posteriores em função da sonoridade moderna no sax tenor, ainda presente nos dias atuais, e em função do seu fraseado linear, culminando o seu desenvolvimento no período do hardbop. Coleman Hawkins foi essencial para estabelecer a presença do sax tenor no jazz. O seu estilo foi muito peculiar e caracterizou um período que antecedeu o bebop. Um dos principais seguidores de Hawkins é o saxofonista Joshua Redman.

O Sonny Rollins é um saxofonista que se caracteriza por improvisar de forma melódica e horizontal, ao passo que Coltrane se caracteriza por improvisar de forma vertical, muito focado no desenvolvimento harmônico.

Charlie Parker foi a figura central do bebop. Ele personificou o estilo através da sua forma de articular as frases, a exploração das estruturas superiores dos acordes nos seus solos, a sua liberdade rítmica e a grande virtuosidade no instrumento. Não há como identificar um herdeiro isoladamente. A influência destes pilares do saxofone no jazz está pulverizada na formação de qualquer saxofonista moderno, através dos estudos dos estilos de cada um deles pela transcrição dos solos.

RC – Hoje, a tendência é o aprimoramento do ritmo? Aonde repousa a textura melódica e harmônica?
MC - O momento do jazz hoje é o desenvolvimento da polirritmia. Comparativamente falando, a comunidade jazzística está trilhando o caminho aberto por Igor Stravinsky, com a obra “A Sagração da Primavera”. Aliás, percebo um processo de desenvolvimento do jazz paralelo ao da música de concerto: Coltrane pode ser comparado a Richard Wagner em função da exploração sistemática da modulação. Wayne Shorter pode ser comparado a Claude Debussy em função do uso dos acordes modais e escalas simétricas. O Steve Coleman pode ser comparado a Olivier Messiaen em função do sistematização do seu processo de desenvolvimento rítmico e composicional baseado na astrologia, matemática, I Ching, e outros. Desta forma, se o jazz continuar seguindo os passos já trilhados pela música de concerto, em algum tempo teremos a exploração das texturas harmônicas e processos composicionais complexos no desenvolvimento da composição e improvisação no jazz.

RC – O povo brasileiro leva consigo algum privilégio em desenvolver música? Como é o seu presente e o seu futuro, considerando a diversidade de seu passado, a exemplo dos EUA, hoje culturalmente dominante?
MC - O povo brasileiro é muita cultura, é muita música. A música brasileira representa como uma das mais evidentes formas da identidade nacional, além de ser também um produto de exportação. Somos reconhecidos por isso, como tenho percebido durante as minhas turnês internacionais. Se houver uma política educacional bem feita para o desenvolvimento do estudo da música como complemento nas escolas, em médio prazo teremos uma reafirmação do potencial musical brasileiro. A lei está aprovada, porém está faltando um direcionamento quanto ao sistema de ensino. Esta é a diferença entre o Brasil e os EUA no que diz respeito ao desenvolvimento musical entre ambas as sociedades.

RC – Como Marcelo Coelho hoje circula no mundo, o que faz com quem convive, o que ensina o que aprende?
MC - Tenho viajado muito para Europa e América do Sul em função dos projetos musicais que desenvolvo com músicos destes lugares. Eles têm muito interesse na minha pesquisa sobre linhas rítmicas para composição e improvisação, desenvolvida durante o meu doutorado. Trata-se de um conteúdo original e universal, que não enfatiza a música brasileira, mas qualquer manifestação musical. Tenho aprendido imensamente através destas colaborações, que já começam a se concretizar através de gravações de cds. Recentemente foi lançado o cd “Paralelas”, gravado na Argentina em colaboração com o saxofonista argentino Rodrigo Dominguez. Também gravei no segundo semestre de 2010 mais dois cds: um em colaboração com o guitarrista argentino Ale Demogli, onde contamos com a participação do trompetista Daniel D’Alcântara e do lendário baixista Sizão Machado, ambos do Brasil, além do incrível baterista argentino Oscar Giunta.

RC - RC – Schoenberg, Mahler,Stravinsky, Debussy, Ravel, Satie na música que nós mortais hoje chamamos de jazz, revestidos conscientemente de aura romântica e espiritual?
MC - Muitos destes compositores já estão presentes no jazz. Bill Evans já aplicava as harmonias de Chopin e Debussy nas suas improvisações. O dodecafonismo de Schoenberg não é mistério para os jazzistas. O que faz com que o jazz mantenha a sua essência, apesar das influências da música de concerto, é a forma com que os músicos se relacionam com a improvisação e com a liberdade na execução. A assinatura artística individual é a única busca. Sendo assim, todos se lançam na busca de sonoridades novas ou originais, muitas vezes originadas da música de concerto, para se expressarem e, quem sabe, conseguir um lugar ao sol.

RC – O que Marcelo Coelho tem a dizer aos jovens que hoje se iniciam na música, além de estudar?
MC - Eles devem saber onde eles querem chegar com a música. Não há certo ou errado, mas apenas o que se deve fazer para alcançar o que desejam. Esta forma de pensar tem me poupado tempo em vida para alcançar os meus objetivos.

RC – Marcelo Coelho nasceu onde, tem quantos anos e o que vai fazer em 2011? Qual o sonho de Marcelo Coelho?
MC - Nasci em Itabira, MG, tenho 38 anos. São várias as atividades e projetos para 2011, mas o mais importante deles será a minha estadia por cinco meses em New York para o desenvolvimento do meu trabalho composicional baseado nas linhas rítmicas.


Marcelo Coelho -

Graduado no ano de 1997 em música popular pela UNICAMP, Marcelo Coelho acumula extensa carreira nas qualidades de instrumentista, compositor, educador e pesquisador na área musical. Como educador, leciona na Faculdade Internacional de Música Souza Lima/Berklee College of Music.
Devido aos trabalhos de pesquisa sobre a utilização da polirritmia em composição e improvisação, Coelho desenvolveu um processo composicional e improvisacional denominado Linhas Rítmicas. O trabalho será lançado em livro pelas editoras Souza Lima Press e Advance Music com o titulo “Linha Rítmica para Composição e Improvisação – Vol. 1
Como instrumentista, Marcelo Coelho já atuou ao lado de importantes músicos de jazz: David Liebman, Phil Markowitz, Gene Perla, Phil DeGreg, Cliff Korman, Sizão Machado, Sergio Barroso, Naylor Proveta, Lupa Santiago e outros. Coelho tem atuado extensivamente com os seus grupos instrumentais: MC4+, MC&RD 4teto, Kyabatt Quarteto, 4teto.ORG, todos trabalhos musicais contemporâneos de sonoridade moderna onde se destacam as composições originais e as improvisações coletivas.

www.coelho-music.com
www.reverbnation.com/marcelocoelho

Sugestões e vinhos diversos

postado por oswaldo oleari,
BNDO/clube da boa música


Você deve clicar na imagem pra aumentar e conferir tudo.

BDO reivindica quarto
salário pros aposentados

postado por oswaldo oleari,
BDO/clube da boa música

Queremos o "Bolsa Décimo Quarto Salário pros aposentados" - Queremos o "Bolsa Casa de Praia" e o "Bolsa automóvel".

A Banda Pobre do Blogui Don Oleari - aliás, todo formado pela dita Banda Pobre, não se falando na Banda Podre do BDO, que é outro capítulo, digno dos melhores atos secretos do Senado fhuderal - bateu o pé e gritou:

- Queremos o Bolsa Casa de Praia, queremos o Bolsa Automóvel, queremos o Bolsa Viagem pra Paris (*) e por aí adentro.

Primeiro asteriquis (*), quinem diz o Genésio da Matilde - os pobres do Brazilll...zilll...zilll...zilll... sempre tiveram a maior inveja dos "Pobres de Paris", tão sabenu? Duiurimembar do grande sucesso da música internacional?
Dizem eles, os pobres do Brasil do Blogui don Oleari, que "pobre de Paris é outra coisa, né, é pobre mas tá em Paris..."

Mas a nossa banda pobre faz concessões: se não der pro "Bolsa Casa de Praia", que dê, pelo menos, para um "Bolsa barraca de praia", incluindo farofa, feijão tropeiro e pinga marvada com limão e açucar. Se não der pro "Bolsa Automóvel", que dê, no mínimo, pro "Bolsa Moto" (*) com uniforme completo.

Segundo asteriquis (*) - "Bolsa Moto" pra aumentar a orda de bárbaros a infernizar ainda mais o trânsito em todas as vias, rodovias, vielas, trilhas, da pátria amada, salve, salve, idolatrada..

Já o tesoureiro do Caixa Dois do BDO quer um "Bolsa Dólares" devidamente cadastrado pranum ter que enfiar dólares na cueca, carregar malas cheias de dólares, ou ter que enfiar dólar dimontão dentro da sacra Bíblia, heresia praticada pelos irmãos da co-irmã Igreja Renascer, a igreja do Cacá, jogador de chutebol.

Repeteco para as
melhores do BDO 2009

postado por walder rocha,
analista de sistemas aposentado,
atualmente confinado nas brenhas do Rio Grande do Sul

Sessão Abobrinha:
Aprenda Inglês em Minutos



enviado por Fabinha, filha do meu manuvéi Penna Filho - que foi só o "carteiro" - portanto minha sobrinha.


COOL ME: Verbo que indica comer: “Eu COOL ME pastel. Ou ainda: Eu COOL ME FAR OF A.”

FREE YOU: Oposto de estar com calor: “Estou com FREE YOU”

FRENCH: Dianteira: “Sai da FRENCH, por favor.”

CLOCK – Marca de panela: “Panela de pressão, lá em casa, só CLOCK.”

COFFEE – Onomatopéia para o ato de to see: “COFFEE! Coffee! Desculpe!”

DARK – Trecho de um conhecido provérbio: “É melhor DARK que receber!”

DATE – Ordem para prostrar-se: “DATE-se aí e fique quieto.”

DICK – Início de uma música do Roberto Carlos: “DICK que vale o céu…”

ELEVEN – Mandar levantar: “ELEVEN o nível da conversa aí.”

KISS: Verbo querer no passado: “Ele KISS beijá-la.”

BOY: O companheiro da vaca: “Aluna : Hello , BOY! Aluno : Hello , vaca!”

HAND: Entregar, dar por vencido: “você se HAND?”.

FEEL: Barbante:” Me dá um pedaço desse FEEL para eu amarrar aqui”.

MICKEY: Afirmativo de queimadura: “MICKEY may”.

BEACH – Homossexual: “O Cordeirinho é meio BEACH.”

BYTE – Surrar: “Dotô, ele sempre BITE neu.”

BOTTOM – Colocar: “Eles BOTTOM tudo no lugar errado.”

CAREFUL – Supermercado: “Vou no CAREFUL comprar uns troços.”

CHEESE – Letra do alfabeto: “Exemplo, sexo e nexo se escrevem com CHEESE.”

MORNING: Nem CAN’T, nem frio: “A água está MORNING.”

WINDOW: Usado em despedidas: “Bom, já vou WINDOW!”

HAIR: Marcha de carro: “Ele engatou a HAIR.”

MAY GO: Pessoal dócil: ele é tão “MAY GO.”

YOU: Expressão de curiosidade: “YOU seu irmão, como vai?”

YEAR: Deixar partir: “Ela teve que YEAR.”

EYE: Interjeição de dor:” EYE que dor de cabeça!”

HIM: Órgão: “Eye que dor no HIM!”

CREAM: Roubar, matar, etc.: “Ele cometeu um CREAM.”

PAINT: Objeto: “Me empresta o seu PAINT?”

FAIL: Oposto de bonito: “Ele e FAIL.”

RIVER: Pior que FAIL: “Ele é O RIVER.”

TO SEE: Onomatopéia que representa tosse: “Acho que vou TO SEE!”

CAN’T: Oposto de frio: “A água está CAN’T.”

É coisa de Poeta: Mário Quintana

postado por rubens pontes,
jornalista

- "É só um lembrete do Mário..." - diz Rubens.

"A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando se vê, já é sexta-feira...
Quando se vê, já terminou o ano...
Quando se vê, perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê, já passaram-se 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado..
Se me fosse dado, um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando, pelo caminho, a casca dourada e inútil das horas.
Desta forma, eu digo: Não deixe de fazer algo que gosta devido à falta de tempo; a única falta que terá, será desse tempo que infelizmente não voltará jamais."

Mário Quintana

Música no Museu tem
31 concertos em dezembro

postado por oswaldo oleari,
BDO/clube da boa música

enviado por Sergio da Costa e Silva,
Diretor de Musica no Museu

Grandes concertos de Natal - Música no Museu, Ordem do Mérito Cultural 2008 - Programação para o mês de Dezembro, fechando a temporada 2010


- Música no Museu encerra a temporada de 2010 em dezembro com 31 concertos, sendo 28 no Rio de Janeiro e, assim, chegando a quase 500 no ano, inserindo-se, com êxitos, o V RioHarpFestival, o III Concurso Jovens Músicos e o IV Encontro de Empreendedorismo na Área Musical, além da incursão internacional por cidades de Portugal, Espanha, Índia e Estados Unidos.

O projeto consolida-se como a maior série de música clássica do Brasil. Nos programas de dezembro enfatizam-se as músicas natalinas, mesclando várias formações desde coros a orquestras, passando também por sopros, cordas e pianos.

Outros destaques: as sopranos Marina Considera e Paloma Godoy, recém-chegadas de Milão, o pianista Adriano Jordão tocando junto com a pianista portuguesa Teresa Pereira, uma das vencedoras do X Concurso Internacional de Piano do Marrocos, que teve como um dos prêmios a apresentação no Musica no Museu.

Destaques especiais para a final do III Concurso Jovens Músicos dias 4, 5 e 6 de dezembro no MAM e no Instituto Italiano de Cultura; a Missa em Ação de Graças pelos 13 anos do projeto no dia 8 de dezembro às 11 horas na Igreja Santa Cruz dos Militares; e o IV Seminário de Empreendedorismo na Área Musical dia 10 de dezembro de 9 às 14 horas no Centro Cultural Justiça Federal apresentando a Música e a Internet.

Em parceria com a Prefeitura do Rio de Janeiro, Arquidiocese do Rio de Janeiro e Rede Globo nosso programa Música no Museu participa do projeto Presépios no Rio de Janeiro com abertura no dia 3 de dezembro no Jardim de Alah.

Outra grande novidade no mês será a apresentação no Museu da Favela do Pavão-Pavãozinho, iniciando-se uma nova etapa do projeto, uma parceria com a Coordenação de Museus da Prefeitura do Rio de Janeiro.

Esperamos por vocês. Sds Sergio da Costa e Silva - Diretor de Música no Museu - www.musicanomuseu.com.br

Nota do Oleari - É um puta projeto. Ano passado, tivemos a oportunidade e o privilégio de ver e ouvir apresentações do V RioHarpFestival no Museu de Arte Moderno, no Flamengo, e no belíssimo Teatro João Caetano, em Niterói - onde vimos uma harpista egípcia com um grupo de músicos pra encher nosso zouvido.

Para quem estiver no Ridijaneru a dezembro, programação pra não se perder. E tem dimontão pra escolher mês inteiro. Aproveitei pra deixar um "Take Five" proceis aí, tocado na harpa.

Paulo Batera Vendendo percussão

- "estou vendendo esta percussão - 027 - 30311615, 88399664, 99976920. Obrigado, Paulo Batera".

O nobre café Jacu: uma cagada
de grande valor. Por Claudio Lachini


Consumo
O nobre café Jacu

Uma descoberta da Indonésia é trazida para o Espírito Santo e enobrece a produção de café. Os ricos pagam até R$ 450,00 por um quilo dessa nova beberagem que é uma cagada de grande valor

O mundo dos ricos e poderosos sempre teve prazer no exótico. Talvez por isso os romanos apreciassem língua de passarinho, tida como iguaria e que um dia provei em Bérgamo, na Itália, em seu prato provincial "Polenta e Ozzei". Em dialeto, e que se traduz por polenta e passarinhos. Talvez a marca de um ítalo-brasileiro criado na pobreza tenha sido por demais evidente ao "cuoco", que nos serviu pardais, com língua e tudo, torrado e amargo. A mim, esse exótico soa a Poder – só os ricos e, portanto, os poderosos, tem acesso a essas insólitas guloseimas.

O empresário Henrique Sloper, proprietário da fazenda Camocim, no município serrano de Domingos Martins (ES) é o autor da façanha, quando soube que na Indonésia se produz o café "Kopi Luwak", a partir das fezes do civeta, uma espécie de gato selvagem que come os grãos maduros e defeca a parte não digerida dos caroços, colhidos pelos agricultores, seco, torrado e moído, para ser revendido em Paris, Nova York, Los Angeles. Sloper até então era combatente dos pássaros jacus, que atacavam seus cafezais e chegavam a devorar 10% dos grãos maduros.

Por volta de 2005 ele próprio e seus empregados começaram a recolher as cagadas dos jacus e a torrar os caroços embosteados, depois moídos, coados e bebidos. Meu informante declarou que os grãos não podem ser lavados, sob pena de tornar aquela preciosidade comum aos cafés dos pobres.

-"O sabor desse café é equilibrado e muito bom. Fica um gosto bom na boca", disse a consultora de cafés Eliana Relvas ao jornal "A Tribuna".

Em meu pequeno conhecimento sobre café, embora tenha sido criado em uma fazenda produtora até os 12 anos de idade, posso afiançar o que disse a consultora Eliana, acrescentando que se trata de uma bebida mole, assemelhada aos melhores suaves colombianos, sem nenhum travo do passaredo.

O café "Jacu Bird" da fazenda Camocim é exportado para a Europa e Estados Unidos desde 2008 e tem uso entre os consumidores de produtos orgânicos. A produção daquele ano foi de apenas 150 quilos, mas ela está crescendo porque não faltam jacus. Ao contrário: protegidos eles tem uma população numerosa.

Dizem que o quilo do café "Jacu Bird" custa em torno de R$ 450,00 em Vitória. Em poucos estabelecimentos de Pedra Azul, nas montanhas de Domingos Martins, o preço é bem menor. Ele pode ser degustado a R$ 7,00 a xícara, comparado a R$ 0,50 o tradicional.

Como os jacus habitam ao longo de toda a Serra do Mar e da Mantiqueira, pode ser que novos cafeicultores se habilitem a prover o mundo de uma iguaria de digestão e metabolismo mais rápidos do que a asiática cagada de um gato selvagem!

Claudio Lachini é jornalista e escritor.

tempotempo

Região Sudeste
Belo Horizonte - MG
19ºC 32ºC
*
Vitória - ES
22ºC 31ºC
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Rio de Janeiro - RJ
19ºC 36ºC
*
São Paulo - SP
19ºC 32ºC

Sol aparece entre muitas nuvens com previsão de chuva ainda pela manhã e pancadas de chuva à tarde no centro-oeste e sul paulista, Triângulo Mineiro e norte de Minas Gerais.

As demais áreas do Sudeste têm sol, calor e pancadas de chuva a partir da tarde.

28 de novembro de 2010

CD de Bruno Mangueira
selecionado para prêmio MPB

O CD Bruno Mangueira foi pré-selecionado para o Prêmio da Música Brasileira (antigo Prêmio Tim/Sharp).

Maiores informações: www.premiodamusica.com.br

Onde comprar
- clique aqui: http://www.tratore.com.br/pop.asp?id=0129247758786&imagem=0129247758786.jpg&titulo=Bruno%20Mangueira
Vitória, ES
Vox Music Store: 27 3026-8083
Spírito Jazz: 27 3225-5783

Um saudável Tapiz de
malbec, bonarda e torrontés

"Papo de Engólogo"



postado por oswaldo oleari,
BDO/clube da boa música

Num roteiro privadíssimo que fizemos a três vinícolas de Mendoza, Argentina, uma delas foi a Tapiz, uma pequena com produção de cerca de um milhão e seiscentos mil litros - segundo eles, é pequena, que fica em Agrelo, Luján.

A Lena Mara e eu - mais o Leonardo, que, com um sócio, mantém um serviço receptivo de primeira categoria - fomos recebidos pelo Juan Manuel, que logo nos encaminhou para uma carruagem.

Percorremos o parreiral numa carrugagem, comandada pelo Gualter, que começou pela área onde as lhamas estavam fazendo seu trabalho. Elas participam da "limpeza" e também da adubação do terreno. São 58 lhamas, que continuaram seu trabalho enquanto Juan (foto) nos contava a história da Tapiz.


Depois, fomos para a área interna, onde Juan nos falou sobre o processo de produção, finalizando ao lado de um barrilzão de 25 mil litros do vinho que queria nos oferecer para degustar.

Disse Juan Manuel: "vamos fazer uma coisa diferente agora; vamos experimentar este vinho já próximo do engarramento e o mesmo vinho, já engarrafado". Aí, ele exibiu o baldinho e garrafa do vinho que iríamos degustar.
Experiência interessante. Valeu.
Trouxe de lá - e o degustei esta semana - um Tapiz Bicentenário: 60% Malbec, de área cultivada em Ugarteche e Agrelo, em Luján de Cuyo; 30% de Bonarda, cultivada em Ugarteche; e 10% Torrontés, cultivada no Valle de Fatima, La Rioja. Encorpado, "vermei incarnado", quenem dizíamos lá na roça, mujito marcante. Hora que voltar a Mendoza, vamos repetir a dose. Perdão, a dose não, a garrafa.

A família da Tapiz tem 1.200 hectares de áreas cultivadas e, segundo Juan Manuel, quer expandir a produção sem pressa. Juan atua na Tapiz e é especializado em turismo.

O Ano Mágico do Cinema Francês

postado por oswaldo oleari,
BDO/clube da boa música

Acabo de receber um bem produzido catálogo sobre a mostra do cinema francês, realizada na primeira quinzena de novembro no Cine Jardins, Jardim da Penha, zona norte de Vitória/ES, pela divisão cultural do Sesc Espírito Santo.

Gentileza da Lídia e da Beatriz Oliveira Santos.
Dpois de assistir a abertura da semana, entrevistei o professor Alexandre Curtiss, "ao vivo" para o nosso Clube da Boa Música, na primeira hora comandado pelo João Paulo Oleare e pelo Yuri Castro.

Tive uma certa dificuldade para usar o telefone do Cine Jardins, na verdade, mas repórter nunca pode desistir, tem de insistir e encher o saco de quem quer dificultar seu trabalho. Bons tempos, o do Marcos Valério Guimarães no Cine Jardins. Na pior das hipóteses, o Marcos Valério não faz cara de mau humorado e desatenciso.

Vou agora devorar o catálogo e reviver meus tempos de "nouvelle vague", em que a gente babava lençol inteiro vendo "Acossado" - com Jean Paulo Belmondo fazendo aquela cara de Jean Paul Belmondo de sempre - ou aquele do Alan Resnais, "Hiroshima, Mon Amour", que entortou a cabeça da nossa tchiurma. O Resnais, para nosotros naquele momento, fez um filme do meio pro fim, do fim pro começo, aquela doideira cheia de fleshibequi, quinem a tchiurma pronunciava, pois ninguém ainda caprichava aquele inglês roliudiano.

Valeuy Lídia, valeu Beatriz" Brigadúúú pela lembrança e pelo ótimo trabalho.

Velha Guarda do Salgueiro
grava DVD dia 9 de dezembro

postado por oswaldo oleari,
BDO/clsube da boa música


A gravação do DVD da Velha Guarda do Salgueiro com diversos convidados - Dudu Nobre, Margareth Menezes, Eduardo Dussek,Elimar Santos, Marquinhos Sathan, fora os "entre outros", será na quadra da escola dia 9 de dezembro, uma quinta-feira.

Nota do Oleari: tô programando, mas sabisilá, nememo? Talvez esteja no Ridijaneru a dezembro na semana que vai de 4 de dezembro até a data da gravação. A Lúcia Helena Almeida me disse que dia 4 tem o Samba da Ouvidor. Pego esse samba e emendo.
Vou converir o preço do ingresso da quinta-feria 9.

Só cachorrão

Tudo "fotogarfado" no gugolbus, postado pelo indiano Jitendra Sharma.



tempotempo

Região Sudeste

Belo Horizonte - MG
18ºC 30ºC
Vitória - ES
20ºC 30ºC
Rio de Janeiro - RJ
18ºC 35ºC
São Paulo - SP
17ºC 31ºC

Domingo: sol brilha forte, nuvens se formam, mas não chove na maior parte de São Paulo, Rio de Janeiro, sul e Zona da Mata de Minas Gerais.

No oeste paulista, Triângulo Mineiro, Grande Belo Horizonte e leste de Minas Gerais, além do centro-sul capixaba, sol forte e pancadas rápidas de chuva à tarde.
Nas outras áreas do Sudeste, muitas nuvens, poucos períodos de sol e pancadas de chuva a qualquer hora do dia.

Ivamuquivamu pro último domingo de novembro.

27 de novembro de 2010

Como foi a Sexta Mundial Sem Pele




Veja mais no blog holocausto animal:
http://holocaustoanimalbrazil.blogspot.com/2010/11/ativistas-de-sao-paulo-participam-da.html

A cumpanhera de Adolf Hitler
não gostava do cachorro

Fabio Paiva deixou um novo comentário sobre a postagem

"Direitos dos Animais: Compaixão nazista - por Maninho Pacheco...":

- "sempre desconfie de uma mulher se ela não gostar do seu cão, e vice-versa. Muito interessante esse relato".

Abraços, Fábio".

Publicar
repeteco na postagem original.

Buteco sugerido pelo
Rubens Pontes no Chile

postado por rubens pontes,
jornalista

Nota do Oleari - O Rubens Pontes enviou a foto com a pergunta se ao passarmos por Santiago do Chile fomos a esse buteco aí.
Fomos não. Na verdade, a gente se esqueceu da indicação do Rubens. Íamos ao Thelonius, indicado por Mr. John Lester - do jazzseen, um dos meus blogs de jazz de cabeceira - mas estava fechado na noite em que programamos.
Daí, fomos a um outro, El Perseguidor, onde curtimos uma sonzeira arretada, comandada pelo trompetista Cristian Cuturrufo, mais dois trombonistas, 3 saxofonistas, um baixo e um batera. Sonsaço durabu.

E a grande surpresa: a boa comida do buteco, uma casa pra cerca de 80 pessoas. Esse aí da placa, alguém aí já conferiu?

Direitos dos Animais: Compaixão nazista
(3) - por Maninho Pacheco



(Conclusão)
Trata-se de uma representação romântica entre a natureza e a cultura que está se tratando. Uma valorização à volta ao passado do estado “selvagem” do homem em harmonia com a “perfeição” da natureza, algo que confluía com a tese da perfeição e superioridade da raça ariana um dos mais caros ideários nazistas, tão bem expostos no documentário “Olympia” (1938), de Leni Riefenstahl.

“Devemos proteger a floresta não só para que o aquecedor não esfrie no inverno, mas para que o pulso do povo continue batendo com um caloroso calor vital, para que a Alemanha continue alemã”, defendia Wilhelm H. Riehl, um dos legisladores da “Tierschutzgesetz”. Nesse sentido, a “lei mais importante por tratar da proteção da alma viva do campo, o reino animal” é, para a ecologia profunda nazista, a que defende os animais na qualidade de seres naturais, “por eles mesmos”, e não em relação aos homens.

Claro está que o amor aos animais explicitado na “Tierschutzgesetz” não implica amor à raça de seus legisladores. Exemplo, um capítulo inteiro daquela legislação é dedicado ao kasher, o método judeu de abate de animais, considerado uma “barbárie”.

Quem conhece sabe o kasher tratar-se, de fato, de uma indiscutível e indescritível brutalidade, mas que em nada se compara ao ritual de cerrar centenas de famílias em um galpão sem ventilação e forçá-las a inalar Zyklon B durante dez a quinze minutos de agonia, terror e desespero em estado puro.

Por medo de demonstrar simpatia ao nazismo, preconceito ou falta de conhecimento mais apurado, a legislação nacionall-socialista de proteção aos animais foi riscada do ativismo dos direitos dos animais contemporâneo.

Mesmo que como fonte de pesquisa, a farta produção acadêmica, jurídica e intelectual alemã daquele período simplesmente não conta. Para os que buscam uma nova forma de abordagem teórica na defesa dos direitos dos animais que saia do sambinha de uma nota só raso e superficial e eleve o nível dessa discussão é algo lamentável.

Maninho Pacheco
Saudações ecolibertárias
PARA MIM OS ANIMAIS IMPORTAM

twitter: @ManinhoPacheco
Cel.: 27 8131 5599
imprensa@sindicomerciarios.org.br

Maninho Pacheco é jornalista e ativista pelos direitos dos animais. Escreve no Blogui Don Oleari semanalmente.

Direitos dos Animais: Compaixão nazista
(2) - por Maninho Pacheco


(Continuação da postagem anterior)

Segundo relatório encomendado por Stálin e baseado em depoimentos de testemunhas, após ter matado Blondie o sargento Fritz Tornow arrancou as crias da pastora alemã dos braços dos filhos de Joseph Goebbels e abateu os animais a tiros no jardim do esconderijo. Ele então matou os cães de Eva Braun e o seu próprio dachshund com uma injeção letal. Quando a Batalha de Berlim terminou, o corpo da cadela foi exumado e fotografado pelos soviéticos.

Lido assim, apressadamente, depreende-se que os nazistas eram monstros crueis e insensíveis com os animais. Nada mais equivocado. Só o eram com os humanos. Judeus, ciganos, homossexuais e comunistas, especialmente. Mas não para com os não-humanos.
“In neuen Reich darf es keine Tiequälerei mehr geben” (no novo Reich não deverá mais haver lugar para a crueldade com os animais), disse Adolf (“lobo nobre”, em teutônico) Hitler, em um de seus grandiloquentes e celerados discursos.

Não admitia a utilização de animais em experimentações científicas, médicas ou acadêmicas. Não havia necessidade. Os campos de Auschwitz-Birkenau, Bergen-Belsen, Buchenwald e Dachau forneciam matéria-prima humana em abundância para esse fim.

Em 24 de novembro de 1933 Hitler anuncia “Das deutsche Tierschutzgesetz” uma inédita e avançadíssima lei de proteção dos animais que, inclusive, iria inspirou Vargas em sua fase pró-nazista a assinar em 10 de junho de 1934 o decreto de proteção dos animais nº. 4.645, primeira legislação brasileira a tratar do tema.

O que levava uma ideologia que nutria e incentivava o mais inominável ódio aos seres humanos a tratar com sinceridade genuína a compaixão para com os animais através de uma moderna e atualíssima legislação encontra sua explicação na chamada “deep ecology”, a ecologia profunda.

(Conclusão na próxima postagem)

Maninho Pacheco é jornalista e ativista pelos direitos dos animais.

Direitos dos Animais: Compaixão nazista
- por Maninho Pacheco



“A guerra está perdida. Todos vocês podem confiar que eu nunca sairei de Berlim". Hitler só admitiu que a guerra acabara para ele em 22 de abril de 1945. Nesse dia ele dispensou todos os empregados que o acompanhavam no bunker. Não sairia mais dali até o local ser “estourado” por forças da Inteligência soviética, oito dias mais tarde. O ex-oficial da SS Rochus Misch foi um dos poucos que permaneceram no bunker naqueles sete dias imortalizados no filme “A Queda” (“Der Untergang”, Alemanha, 2004) e o único ainda vivo atualmente.

Misch conta com especial compaixão a morte de Blondie, emblemática pastora alemã do Führer. Quando Hitler jogou a toalha no distante 22 de abril consultou seus assessores mais próximos sobre qual o método mais eficaz para o suicídio naquelas circunstâncias. Reafirmaram as cápsulas de cianureto, o que sempre fora de seu conhecimento. Para não correr o risco de morder um comprimido falso e cair vivo em mãos aliadas ordenou a seu médico Werner Haase que testasse em Blondie o veneno fornecido pelo médico da SS Ludwig Stumpfegger. O serviço sujo ficou a cargo do sargento Fritz Tornow, responsável pelos cães da chancelaria. Contrariado e infeliz, Tornow colocou a cápsula de cianureto na mandíbula de Blondie e forçou o animal a mordê-la, matando-o em milésimos de segundos.

Blondi fora presenteada a Hitler por Martin Bormann. O Führer sempre foi muito afeiçoado a Blondie, mantendo-a a seu lado e permitindo que ela dormisse em seu quarto no bunker, uma afeição não compartilhada por Eva Braun, a namorada com quem se casaria em seus últimos dias. Braun tinha outros interesses cinófilos. Preferia seus dois cães scottish terrier, Negus e Stasi (ou Katuschka). Ela detestava Blondie. Costumava chutá-la por baixo da mesa de jantar.

(Continua na próxima postagem)

Maninho Pacheco é jornalista e ativista pelos direitos dos animais.

Leia daqui a pouco no BDO: Direitos dos Animais - por Maninho Pacheco

"Que saibam os opressores,
não vamos ficar calados"!

A propósito, Seu Ribeiro acaba de enviar aos amigos esses versos aí, muito oportunos:

Lá fora, os inimigos
Rugem pra nos assustar,
Querem nos aprisionar
Em nossos próprios abrigos!
Armadilhas e perigos
Estão por todos os lados,
Já estamos acostumados
A banir nossos temores
Que saibam os opressores
Não vamos ficar calados!

Seu Ribeiro
- "Eu desejo um final de semana de muita paz pra você e sua família! Aproveito para reforçar o convite para o lançamento do meu CD no dia 07 de Dezembro as 21 horas no Teatro Marília em Belo Horizonte!
http://www.facebook.com/event.php?eid=156340227742650&num_event_invites=0#!/event.php?eid=156340227742650

Seu Ribeiro lança CD dia 7 em Beagá

postado por oswaldo oleari,
BDO/clube da boa música

Nota do Oleari - Seu Ribeiro é grande poeta. Acompanho seu trabalho pelo feicibuqui, de onde "psicogarfei" o texto dele, que transcrevo abaixo.
Se der, vou programar para dar um chego a Belzonte no dia do lançamento do CD.


- "A cantoria de lançamento do meu CD "VIELAS LÍRICAS",que acontecerá no dia 7 de Dezembro no Teatro Marília em Belo Horizonte, terá a participação especial de músicos como Johnny Herno e Márcio Britto, dentre outros! O ingresso custa R$ 15,00 e estará a venda no local. É uma data super especial, pois estarei comemorando 10 anos de carreira! Espero poder contar com a sua presença!
...

"VIELAS LÍRICAS” é uma narrativa cantada, à ...moda do cantador, que ele começou a tecer em meados de 1992, inspirado pela história do peão Zé Horta e que só agora deu cabo, com o objetivo de celebrar a marca de dez anos de carreira, dedicados ao ofício da cantoria de cabeceira (estilo musical do sertão, da roça).

A história cantada, narra à desventura de um vaqueiro do Norte de Minas que decidiu se aventurar em um rodeio, que teria ocorrido pelas bandas do Triângulo Mineiro, deixando a noiva com promessa de breve regresso e juras de amor.

O disco viabilizou a participação de inúmeros cantores e instrumentistas, tais como: Mãe Helena, Xangai, Chico Lobo, Adelaine Ribeiro, Johnny Hermo, Márcio Britto, Tony Ribas, Mestre Linguinha, Babilak Bah, além da participação especial de Betinho Macedo, ex-baixista da banda "A Cor do Som", dentre outros.

Gravado no Estúdio Abre Alas, em Santa Luzia, com mixagem de Dalton Palmieri e maxterizado na Master Disc, o cd recebeu uma atenção especial em relação ao seu encarte, com Ilustração do artista plástico Wilton Vinicius e fotografias do amigo e músico, ex-Boca Livre, Juca Filho!

Só depois do lançamento disponibilizarei cópias do cd para venda! Por enquanto você pode conferir a qualidade do trabalho, ouvindo uma de suas faixas que está disponivel aqui no Facebook, eis o link:

http://www.facebook.com/permalink.php?story_fbid=1450618395082&id=1521916526&ref=notif¬if_t=wall#!/pages/Seu-Ribeiro/317283888873
Obrigado, Seu Ribeiro".

Mudança de data na Casa Aberta

postado por oswaldo oleari,
BDO/clube da boa música

- "CAROS AMIGOS DA CASA ABERTA, EM VIRTUDE nESTE SÁBADO 27 E TAMBÉM DEVIDO aO TRANSTORNO dA GREVE No TRANSPORTE URBANO DA GRANDE VITÓRIA, TRANSFERImos O EVENTO "CASA AFRO ABERTA" PARA 4 DE DEZEMBRO (SÁBADO DA SEMANA QUE VEM).

O ATELIÊ FUNCIONA NORMALMENTE AMNHÃ AÉ AS 14HS E DURANTE A SEMANA EM HORÁRIO COMERCIAL.

Stael Magesck
Estilista/Produtora da Casa Aberta Espaço Moda & arte
3026-9790 / 4141-0066

Repiauar: Victor Biazutti, baixo, Roger
Bezerra, piano, e Emerson Arsy, guitarra

- "Olá DON OLEARI,
neste sábado 27, toco na Happy Hour do WUNDERBAR com ROGER BEZERRA e EMERSON ARSY.

ROGER no teclado, EMERSON ARSY na guitarra e eu vou tocar contrabaixo. Aliás, num Ibanez que ganhei de presente do meu amigo ALVERTI BUTERI.
Vai ser das 17 às 19h45m no cantinho mais simpático da Praia do Canto. E a partir das 20 horas continuo com ELISA ALVES.

Reservas com LÚCIA e sua equipe 027 - 3227 4331, 9830 0107 e 3235 9980
- Couvert artístico: R$ 7,00
Abraço, VICTOR HUMBERTO.

Ex RPM, Fernando Deluqui neste sábado

postado por oswaldo oleari,
BDO/clube da boa música



Repeteco para a exibição de Fernando Deluqui e banda no Turkzoo neste sábado.

tempotempo

Região Sudeste
Belo Horizonte - MG
20ºC 28ºC
Vitória - ES
23ºC 30ºC
Rio de Janeiro - RJ
19ºC 33ºC
São Paulo - SP
17ºC 30ºC


Sábado de pouco sol e chuva a qualquer hora do dia no ES, leste e nordeste de MG, com risco de temporais.

Em quase todo o Estado de SP e litoral fluminense, tempo firme, sol e calor. Do norte do Rio ao noroeste de Minas, previsão de sol entre muitas nuvens e pancadas de chuva a qualquer hora do dia. Nas demais áreas de Minas e do Rio de Janeiro, sol forte e chuva rápida à tarde.

Ivmuquivamu.

26 de novembro de 2010

Ney Silva nesta sexta
em Anhanguera dá Samba/SP

postado por oswaldo oleari,
BDO/clube da boa música

enviado por fernando Szegeri,
vocalista, percussionista do conjunto

Em mais uma edição do Anhangüera dá samba!, os Inimigos do Batente recebem nesta última sexta-feira do mês um de seus "professores" na arte do samba, o compositor, cantor e ritimista Ney Silva!

Carioca radicado na Paulicéia há tantos anos, Ney se auto-intitula, com grande propriedade, um "operário do samba". Pois, realmente, para além do ritimista consagrado pela atuação ao lado de artistas como João Nogueira, Beth Carvalho e Jair Rodrigues, do compositor de sucesso gravado por intérpretes do porte de Bezerra da Silva e Martinho da Vila (no clássico Na aba, em parceria com os também percussionistas Trambique e Paulinho da Aba), notabilizou-se por sua militância incansável, por incontáveis rodas e butiquins da cidade, a ponto de se ter tornado referência inconteste e quase sinônimo de "roda de samba".

Mais do que somente uma festa, mais do que uma simples homenagem, a roda deste mês é um tributo prestado pelo Anhangüera e pelos Inimigos do Batente, em reconhecimento e gratidão ao mestre, pelos serviços prestados à roda de samba e por tantas lições recebidas em muitos anos.

Inimigos do Batente:
Railídia (voz), Fernando Szegeri (voz, ganzá), Paulinho Timor (percussão geral), Cebolinha (repique de anel), Kico Nogueira (cavaquinho), Koka (surdo, percussão), Cabelinho (pandeiro), Luís "Tchubi" (violão de sete cordas).

Clube Anhangüera: Rua dos Italianos, nº 1.261 - Bom Retiro. Telefone: 011 - 3361-1799. Sexta-feira, 26 de novembro, a partir de 22 horas.
Ingressos: R$ 15,00.

Fernando Szegeri
Visite minha revista "Só dói quando eu Rio..."
http://sodoiquandoeurio.blogspot.com

Nota do Oleari - um excelente programa pra quem estiver em São Paulo nesta sexta 26 à noite.

Curto-Circuito neste sábado 27
no Theatro Carlos Gomes

poostado por oswaldo oleari,
BDO/clube da boa música

enviado por paulo góis,
da Rede Cultura Jovem

- "Gostaríamos muito de tê-lo conosco neste momemto de celebração", diz Paulo.

- "Contamos com a sua presença para celebrar a segunda edição do espaço editorial dedicado ao exercício autônomo e criativo das diversas juventudes capixabas. O lançamento faz parte da programação do Curto-Circuito: redeculturajovem.com.br/curtocircuito

Blog Holocausto Animal tá
dando: Dia Mundial Sem Pele


"Psicogarfado" pelo Oleari do blog do Fábio Paiva, postado na coluna bloguis dusbão, coluna da esquerda do BDO.

- Nesta sexta-feira 26 acontece em todo o mundo a terceira edição da Sexta Feira Mundial Sem Pele [Worldwide Fur Free Friday] - um dos protestos de ação global de maior relevância na luta pelos direitos animais. No último ano foram realizados protestos em mais de 120 localidades ao redor do mundo pedindo o fim do cruel comércio de peles de animais.

A data foi criada pela International Anti-Fur Coalition (Coalizão Internacional Anti-Pele) em parceria com o movimento Fur-Free Friday (Sexta-feira sem pele), que é muito popular nos Estados Unidos e acontece logo após o Dia de Ação de Graças (25).

Estilistas que insistem no uso de pele animal em suas coleções são alvos de críticas dos manifestantes.

Junte-se a nós!
São Paulo, Av. Paulista em frente ao Masp
dia 26 de novembro a partir das 11h.
Realização: Holocausto Animal
Idealização: http://www.antifurcoalition.org/
países e cidades participantes:
http://www.peta.org/action/fur-free-friday.aspx

Porto Alegre – Esquina Democrática
26 de novembro, das 14h às 19h, mesmo com chuva
Realização: Vanguarda Abolicionista
http://vanguardaabolicionista.com.br

Leia mais aí:
http://holocaustoanimalbrazil.blogspot.com/2010/11/2611-sexta-feira-mundial-sem-pele.html

Leia a coluna "Direitos dos Animais" semanalmente no Blogui Don Oleari, escrita pelo jornalista Maninho Pacheco.

tempotempo

Belo Horizonte - MG
20ºC 27ºC
*
Vitória - ES
23ºC 29ºC
*
Rio de Janeiro - RJ
20ºC 29ºC
*
São Paulo - SP
18ºC 28ºC

Ar quente e úmido vem do Norte do Brasil e forma muita nebulosidade sobre quase todo o Sudeste do País.

As nuvens não escondem totalmente o sol, mas há previsão de chuva a qualquer hora, embora o tempo abafado, quente e úmido, provoque chuva mais intensa durante a tarde e início da noite.
Chove rápido e de forma fraca no litoral e região metropolitana paulista. Sol e pancadas no nordeste paulista e sul de Minas. Muito sol e nenhuma expectativa de chuva nas outras áreas de São Paulo.

Ivamuquivamu.

Fernando Deluqui, guitarrista
do RPM, neste sábado 27

postado por oswaldo oleari,
BDO/clube da boa música



Fernando Deluqui, integrante da Banda RPM nos anos 1980, ao vivo no TurkZoo, Dr. João Carlos de Souza, 742, Vitória/ES.

Nota do BDO: registro feito a partir de um alô postado pelo Fernando Leluqui no meu feicibuqui.



25 de novembro de 2010

Champagne Michel Gonet

"Papo de Engólogo"

postado por oswaldo oleari,
BDO/clube da boa música

enviado por boris acevedo,
somelier da Ville Du Vin


Informações:
Boris Acevedo Valderas
R. Aleixo Netto, 1702 lj 04
Praia do Canto Vitória-ES.
Tel: 27 - 3314 4070
Cel: 27 98962543

Victor Biazutti apresenta Elisa Alves

- "Olá DON OLEARI,
Neste sábado 27 estarei no Wunderbar com Elisa Alves. Elisa é professora e cantora, vinda de Brasília, onde cantava e estudava música.

Ainda na Capital Federal gravou o CD PÉROLAS, que reúne canções de compositores daquela terra. Reside em Santa Teresa desde 2001, a "doce terra dos colibris", (minha querida cidade natal), onde leciona na faculdade e continua cantando. Está concretizando projeto de trocar a cidade pelo campo para criar as crianças.

"Fizemos um som", assim de primeira vez, sem ensaio, sem repertório, sem tonalidades... e ficou tudo muito bonito.

Reservas com LÚCIA: 027 - 3227 4331, 9830 0107 e 3235 9980
Couvert artístico: R$ 7,00
Abraço e até sábado das 20 às 23 horas no cantinho mais simpático da Praia do Canto.
VICTOR HUMBERTO".

II Encontro dos Produtores
de Manga em Baixo Guandu/ES

postado por oswaldo oleari,
BDOI/clube da boa música


Nesta sexta-feira 26, encontro terá início às 8h30m na propriedade de Valdir Sperandio, localizada no Campo do Córrego do Lage, em Baixo Guandu/ES, divisa com Minas Gerais.

Participação o governador Paulo Hartung, o secretário da Agricultura, Enio Bergoli, além de cerca de 500 produtores de manga da região do Noroeste do Espírito Santo. A partir das 13h30m, está prevista uma visita técnica à propriedade de Valério Pascoal Loss, no mesmo município.

A manga Ubá, preferida pela indústria de polpa de frutas, gera renda para os 700 produtores do programa.

A área plantada com manga na Região Noroeste do Estado passou de 800 para 1600 hectares. Até o final deste ano serão implantados mais 200 hectares.

A safra 2010/2011 – de novembro a janeiro - deve alcancar 2 mil toneladas. Espera-se atingir 10 mil toneladas a cada ano, que serão processadas pela indústria de sucos, logo que as novas áreas entrem em produção.

Integram o Polo de Manga 17 municípios do Noroeste do ES. Foi criado em 2003, quando Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper) distribuiu 130 mil mudas da variedade Ubá a 700 agricultores familiares.

Os municípios: Água Doce do Norte, Barra de São Francisco, Águia Branca, São Gabriel da Palha, São Domingos do Norte, Mantenópolis, Alto Rio Novo, Pancas, Marilândia, Colatina, Baixo Guandu, Laranja da Terra, São Roque do Canaã, Itarana, Itaguaçu, Governador Lindenberg e Santa Teresa.

Com informações dos jornalistas: Paula Varejão - paulavarejao@incaper.es.gov.br - do Incaper; e Karyna Amorim e Eduardo Brinco - comunicacao@seag.es.gov.br - da secretaria de Agricultura.

Leia mais aí:
http://www.es.gov.br/site/noticias/show.aspx?noticiaId=99714935

Em defesa dos pássaros: embrulhe
os chicletes antes de jogar fora

postado por 0swaldo oleari,
BDO/clube da boa música

enviado por Luci Lacey,
do blog Hippos (linkado aqui no BDO,
nos blogui dusbão, coluna da esquerda)

A Luci Lacey recebeu da Mary e mandou aqui para o BDO, que aproveita aproveita para multiplicar a mensagem.

Você sabia?



- Atraídos pelo cheiro adocicado e pelo sabor de fruta, os pássaros comem restos de chicletes deixados, irresponsavelmente, em qualquer lugar. Ao sentirem o chiclete grudando em seu biquinho, desesperados, tentam retirá-lo com os pés... E aí acontece o pior: acabam sufocados.

- Se você é chegado, embrulhe o chiclete num pedaço de papel e jogue-o no lixo. Você estará protegendo nossos pássaros, indefesos do grude da goma de mascar.

BDO: postagem dedicada ao Maninho Pacheco, que escreve semanalmente aqui a coluna Direitos dos Animais, ao Fábio Paiva, do blog Holocausto Animal - linkado nos blogui dusbão, coluna da esquerda - ao jornalista Orlando Eller, ao poeta José Irmo Gonring, à jornalista Jeanne Bilich, aos cumpanherus aqui do blogui, Emmanueldo Kant, Rubens Pontes, Carlos Umberto Felipe, e à minha amiga do feicibuqui, Monica Bellumat.

Um resgate da história de Muqui

postado por oswaldo oleari,
BDO/clube da boa música

enviado por tarcísio bahia,
arquiteto, professor da Ufes


Sarau de Pianos
Período - 03 a 05 de dezembro
Informações: Associação Comercial de Muqui – (28) 3554 2403
Veja mais nos saitis mostrados no baner.
Sexta-feira (03)

20 horas – Abertura - espetáculo "Centenário Noel Rosa", com o músico Sílvio Barbieri
Local: Teatro Neném Paiva

Sábado (04)

10 horas – Passeio Turístico pelo Sítio Histórico e Fazendas
18 horas – Saraus de piano nas residências:
- Casa da Ada Bettero - Rua João Jacinto, 490. Boa Esperança
- Casa da Profª Branca Carvalho – Rua João Jacinto, 354. Boa Esperança
- Casa da Profª Jandyra Chagas – Av. Getúlio Vargas, 33. Centro
- Casa da Tia Zezé - Avenida Getúlio Vargas, 23. Centro
- Casa de Dulce Bossois - Avenida Avides Fraga, s/n. Centro
- Casa de Gesy Berili - Praça Rosário Riso, 61. Boa Esperança
- Casa de Ney Rambalducci - Rua Vieira Machado, 397. Centro
- Casa de Teresa Brito - Rua Vieira Machado, 157. Centro
- Casa do Dr. Dirceu Cardoso - Rua João Jacinto, 41. Boa Esperança
- Fazenda Santa Rita - Rodovia Muqui/Mimoso, Km 05
- Fazenda Santa Rita - Rodovia Muqui/Mimoso, Km 05
20 horas – Concerto de Piano, com Fernando Vago
Local: Teatro Neném Paiva

Domingo (05)

11 horas – Homenagem a Tia Zezé com os ex-alunos de piano da professora Maria José Macedo
Local: Teatro Neném Paiva
14 horas - Passeio Turístico pelo Sítio Histórico e Fazendas
18 horas - Concerto com a Patrícia Silva de Souza – Concertos de Bach
Local: Teatro Neném Paiva

"No meio do caminho" em
onze idiomas no site do IMS





Instituto Moreira Salles publica vídeo com traduções do poema “No meio do caminho”, com participações de Jean-Claude Bernardet, Davi Arrigucci Jr., Matthew Shirts, entre outros.

Com o recém-lançamento de Uma pedra no meio do caminho – Biografia de um poema, nova edição do livro concebido pelo próprio Drummond em 1967, ampliada pelo também poeta Eucanaã Ferraz, o Instituto Moreira Salles preparou um vídeo especial para seu site com 11 traduções do poema “No meio do caminho”.

Veja aqui: http://ims.uol.com.br/Cinema/D17/P=544. O vídeo conta com a participação de David Arrigucci Jr. (tradução em italiano), Matthew Shirts (inglês), Paulo Schiller (húngaro), Jean-Claude Bernardet (francês), Carlos Papa (tupi), Yael Steiner (hebraico), Heloisa Jahn (dinamarquês), Pieter Tjabbes (holandês), Jana Binder (alemão), Sidney Calheiros (latim), Laura Hosiasson (espanhol) e Eucanaã Ferraz (português).

"Embaixada do Brasil" em
Cachoeiro de Itapemirim: onde fica?

Anônimo deixou um novo comentário sobre a postagem

"Embaixada do Brasil em Funafuti (Tuvalu): sabe onde fica?...":

- "oi nao comsigo encontra onde fica a embaixada brasielira no estado do espeirito santo na cidade de cachoeiro de itapimirim".

Nota do BDO - vou passar sua consulta pros embaixadores do Blogui Don Oleari na capital sacreta do muuuunnnddoooo, Manoel Manhães, Roney Moraes, Elyan Peçanha e Valério Depollo. Esses aí sabem tudo de Cachoeiro de Itapemirim e, com certeza, vão encontra uma embaixada do Brasil lá. Aguarde.

Publicar
repeteco na postagem original.

“Camarões ao divino ninho” do
Ninho da Roxinha vence Festival

postado por oswaldo oleari,
BDO/clube da boa música





O restaurante de Nova Almeida, Serra/ES - que tem uma vista lindíssima - apresentou o melhor prato, de acordo com o júri técnico, enquanto o restaurante de Jardim Camburi, ficou com o segundo lugar.


Os vencedores do Festival Panela de Barro foram revelados ontem à noite (quarta 24) no encerramento da Feira Sabores.
O eestaurante Ninho da Roxinha, de Nova Almeida, Serra/ES, recebeu muitos aplausos, inclusive dos concorrentes, que reconheceram o prato “Camarões ao divino ninho”, como muito criativo e saboroso.

O segundo lugar ficou com o Restaurante Ilha do Caranguejo, de Jardim Camburi, com sua “moqueca italianinha”, que também fisgou o primeiro lugar na votação popular. Fechando a lista dos campeões do júri técnico, o Restaurante Regina Maris ficou em terceiro lugar com sua “quenga de siri”.

Foram 16 concorrentes que, entre os dias 4 e 20 de novembro, tiveram pratos de releituras da moqueca capixaba na panela de barro avaliados pelo público.
Os cinco mais votados pelos consumidores foram os restaurantes Ilha do Caranguejo, Pirão da Ilha, Regina Maris, Restaurante Caieiras, Ninho da Roxinha.

O júri técnico contou com a participação de jornalistas, do secretário de estadual de Turismo João Felício Scardua, e dos chefs Franklin Pinheiro e Juarez Campos. Os quesitos avaliados foram: originalidade, apresentação do prato e sabor.

- “Sabia que o prato "Camarões ao divino ninho" era bom, mas não tinha esperança de ser o vencedor. Mas ganhar é indescritível”, vibrou o proprietário do Ninho da Roxinha, Salvador Muroni.

O Festival Panela de Barro será realizado novamente no ano que vem, segundo afirmou o secretário de Turismo, João Felício Scardua:

- “O mês de novembro vai ser da gastronomia capixaba, culminando sempre com a grande festa, que é a das Paneleiras de Goiabeiras”, disse.

Os melhores segundo o júri técnico

1º Lugar – Restaurante Ninho da Roxinha
Prato: Camarões ao divino ninho
Descrição: camarão VG defumado, vinho branco, envolvido em molho de moqueca e creme de baroa com aroma roquefort.
Endereço: Rua do Limão, 350, Nova Almeida – Serra - Informações: 3253-1516

2º lugar - Restaurante Ilha do Caranguejo
Prato: Moqueca Italianinha
Descrição: moqueca de camarão, envolta em mussarela, com catupiry. Acompanhado de arroz.
Endereço: Rua Alcino Pereira Neto, 570 - Jardim Camburi – Informações: 3395- 0244

3º lugar - Restaurante Regina Maris Bar e Restaurante
Prato: Quenga de siri ao molho de moqueca
Descrição: Escaldado de siri servido em Panela de Barro, coberto com peito de siri em molho de moqueca com rodelas de milho verde.
Endereço: Av. Hugo Musso, 2327 – Itapõa – Informações: 3299-0897

Os melhores segundo a votação popular

1º lugar - Restaurante Ilha do Caranguejo
Prato: Moqueca Italianinha

2º lugar - Restaurante Pirão da Ilha
Prato: Risoto de camarão

Descrição: risoto de camarão pequeno, médio, ou grande com tomate, coentro, alho, cebola, coloral e arroz.
Endereço: Rua Felicidade Correia dos Santos, 32 - Ilha das Caieiras – Informações: 3323-9996.

3º lugar - Restaurante Regina Maris Bar e Restaurante
Prato: Quenga de siri ao molho de moqueca

4º lugar - Restaurante Caieiras
Prato: robalo ou badejo ao catupiry
Descrição: robalo ou badejo ao molho com cebola, coentro, azeite, tomate, urucum ao catupiry
Endereço: Rua Felicidade Correia dos Santos, 28 - Ilha das Caieiras – Informações: 3322-0634

5º Lugar – Restaurante Ninho da Roxinha
Prato: Camarões ao divino ninho

Com informações da jornalista Marília Marques, da rf assessoria de imprensa.

Ninho da Roxinha e Ilha do Caranguejo,
vencedores do Festival Panela de Barro

postado por oswaldo oleari,
BDO/Clube da Boa Música

O secretário estadual de Turismo do ES,João Felício Scardua, entrega o prêmio para o 1º lugar. Na foto os donos do restaurante Ninho da Roxinha, Sueli e Salvador Muroni e o chef Bruno Schrod.
Os vencedores escolhidos pelo júri técnico: Carlos Augusto Barbarioli (Ilha do caranguejo – 2ºlugar); Regina Lima (Regina Maris – 3º lugar); e Salvador Muroni (Ninho da Roxinha - 1º lugar.
Ulisses Calenti, Eduardo Pagani, Thiago Piccoli, Carlos Augusto Barbaroli, Lucas Mathiazi, os dois primeiros e o último, organisadores do Festival Panela de Barro.

Nota do Oleari
- no coquetel de lançamento do Festival Panela de Barro, 3 de novembro, apostei no prato da Ninho da Roxinha, entre os petiscos experimentados. Detalhe: ele me foi servido pelo próprio Salvador Muroni.

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